A Polícia não sai da gente

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A Polícia não sai da gente          A Polícia não sai da gente. Essa é a realidade que o policial militar se defronta ao passar para a inatividade, e que é consequência da sua formação profissional e da sua rotina ao longo de três décadas. É esse o tema que aqui expomos de forma sintética, através do registro de um caso real, entre muitos da mesma natureza que poderiam ser mencionados.

        Objetivando moldar valores e comportamentos, a formação militar é predominantemente condicionante, o que tem efeito por toda vida de quem passa por esse processo.  Tanto é assim que, mesmo afastados do serviço ativo, esses profissionais, inconscientemente, ou não, conservam comportamentos e atitudes próprios dos militares, às vezes até de forma excessiva.

       São muitos os exemplos de casos como esses que poderiam ser citados, mas aqui vamos mencionar um fato curioso que me foi contado pelo Dr. José Farias de Souza, Procurador de Justiça, e que foi Capitão da PM.

        O fato narrado pelo Dr. Jose Farias se refere a um Juiz do Trabalho, que também foi Capitão da PM.

    Na década de 1980, o Magistrado em referência era Professor da Faculdade Regional de Campina Grande onde ministrava aulas nas sextas-feiras e naqueles dias, dormia no alojamento dos Oficiais do Segundo Batalhão, sediado naquela cidade.

         Pois é, mesmo já investido na magistratura, aquele “ex e sempre” policial, trazia consigo marcas evidentes do rigor da sua formação militar. Como expressão desse condicionamento profundamente enraizado, o Magistrado costumava transportar um fuzil no porta-malas do automóvel e, ao recolher-se para dormir, colocava a arma sob a cama do alojamento.

      Um gesto simples, quase automático, mas revelador de uma verdade maior: a farda pode ser pendurada, mas a disciplina, o senso de prontidão e a mentalidade do policial permanecem — silenciosas, vigilantes e indeléveis.

     Quando o policial inativo, por exemplo, busca intervir em ocorrências relacionadas com segurança pública, o que ocorre com certa frequência, está impulsionado por esse conjunto de condicionamento. A polícia não sai da gente.

Veja esse caso

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Veja também

Formação profissional na PMPB.

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